Nos últimos dias, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar próxima à Venezuela, em uma demonstração clara de pressão sobre o governo de Nicolás Maduro. Helicópteros militares e bombardeiros estratégicos realizaram voos próximos ao território venezuelano, sinalizando uma escalada na postura do governo Trump diante do regime chavista.

Segundo o The Washington Post, imagens divulgadas em redes sociais e analisadas pelo jornal mostram helicópteros de ataque MH-6 Little Bird e MH-60 Black Hawk sobrevoando o Mar do Caribe, a cerca de 145 km da costa venezuelana.
Os voos ocorreram nas proximidades de plataformas de petróleo e gás, uma movimentação que evidencia a preocupação dos EUA com a segurança energética e estratégica da região.
Além disso, em 15 de outubro, o Daily Mail informou que três bombardeiros estratégicos B-52H Stratofortress da Força Aérea americana sobrevoaram áreas próximas ao espaço aéreo venezuelano. Os aviões decolaram da Base Aérea de Barksdale, na Louisiana, atravessaram o Golfo do México, passando entre México e Cuba, antes de se aproximarem da Venezuela e sobrevoarem o Mar do Caribe.
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Essa mobilização ocorre em um contexto de crescente tensão regional. O governo Trump autorizou recentemente operações da CIA na Venezuela, enquanto o regime chavista ameaçou levar a questão a órgãos judiciais internacionais, elevando o risco de um confronto diplomático e militar.
A movimentação americana no Caribe reforça o cenário de instabilidade política e estratégica, deixando claro que a Venezuela permanece no centro das atenções da política externa dos EUA e aumentando a preocupação da comunidade internacional sobre possíveis desdobramentos na região.




























