Encontro de Trump e Putin agita cenário da guerra na Ucrânia

O cenário da guerra na Ucrânia ganha novos contornos após encontros diplomáticos de alto nível. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin, se reuniram no Alasca, com o objetivo principal de negociar um cessar-fogo. Putin demonstrou interesse em uma relação mais amigável com os EUA, vendo Trump como uma figura mais flexível para um acordo de paz. Embora os termos específicos não tenham sido detalhados por Trump, ele enfatizou a necessidade de diálogo contínuo com líderes europeus e com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A questão da adesão da Ucrânia à OTAN permanece um ponto sensível, e o impasse na região de Donbas reflete a exaustão de ambos os lados, que buscam um armistício. A Constituição ucraniana, no entanto, impede Zelensky de ceder território sem a aprovação do parlamento.

Paralelamente, em 18 de agosto, Zelensky anunciou avanços nas negociações de paz após seu encontro com Trump e líderes europeus em Washington, assegurando que a Ucrânia receberá ‘garantias de segurança’. Trump, por sua vez, já contatou Putin para organizar um encontro trilateral, que marcaria a primeira reunião entre os presidentes da Rússia e da Ucrânia em mais de três anos e meio de conflito. Zelensky se declarou pronto para o diálogo sem pré-condições. Em um movimento estratégico, o líder ucraniano se comprometeu a adquirir US$ 100 bilhões em armamentos dos EUA em troca de garantias de segurança. Contudo, Trump admitiu a possibilidade de a Rússia manter o controle sobre 20% do território ucraniano, um ponto crucial de discórdia nas negociações. Zelensky reafirmou seu compromisso em prosseguir com as tratativas em diversas frentes diplomáticas.

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