Damares cobra respostas do Brasil e dos EUA sobre prisão de Filipe Martins

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) levantou questionamentos contundentes sobre a prisão de Filipe Martins, ex-assessor internacional do governo Bolsonaro.

Em pronunciamento no Plenário do Senado, Damares destacou que Martins foi vítima de tortura e humilhação, resultado da inserção de um documento falso no sistema de segurança dos Estados Unidos, que teria motivado a detenção do ex-assessor no Brasil em 2024, no contexto das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado.

Segundo a parlamentar, o episódio evidencia graves falhas de responsabilidade tanto no Brasil quanto no exterior.

Filipe Martins foi preso, foi torturado. Filipe Martins foi humilhado, porque um documento falso foi inserido no sistema dos Estados Unidos. E o que vai acontecer agora? Quem vai indenizar os meses que Filipe Martins ficou preso? Quem vai devolver a Filipe Martins parte de sua vida?”, questionou Damares, cobrando providências das autoridades brasileiras e norte-americanas para que situações semelhantes não se repitam.

Ela ainda ressaltou a gravidade da manipulação do sistema americano: “Não é só um nome de uma pessoa: manipulou o sistema de segurança norte-americano. E os Estados Unidos não deixam isso quieto nunca”.

A senadora também relacionou o episódio à recente libertação de reféns em Israel, mencionando que a violência dos ataques do Hamas manteve pessoas em cativeiro por dois anos e causou sofrimento intenso às famílias. Para Damares, a situação reforça a resistência histórica do povo judeu, ao mesmo tempo em que condena mortes de civis palestinos durante a resposta israelense: “Não se justifica a morte de criança na Palestina. Não se justifica a morte de ninguém. Guerra é guerra, mas o Hamas provocou”.

O pronunciamento da senadora reforça a necessidade de investigação detalhada e responsabilização dos envolvidos, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, buscando garantir a integridade de cidadãos e o respeito a direitos fundamentais, diante de possíveis manipulações em sistemas de segurança internacionais.

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